Camila Baker Lives In Concert

The actress playing Camilla picks up a chair and walks towards the proscenium. The actress playing Virginia does the same. Both sit on their chairs acting like they are inside Virginia’s “car” which is conducted by her. Scene Two begins.

CAMILLA

Virginia, are you my best friend?

VIRGINIA

Well… Yeah… I think so.

CAMILLA

How come you think so? Either you are, or you aren’t!

VIRGINIA

Well… I always thought Melody was your best friend.

CAMILLA

Melody is a deceiver. She said she was my best friend, but… She took Joseph away from me. He loved me, he wanted to marry me and she seduced him, that slut!

VIRGINIA

But you always said you hated Joseph, that you’d never ever marry him!

CAMILLA

It doesn’t matter! That’s no excuse for what she’s done to me. I hated him. True! He and that awful breath of his… But she took him away from me. She shouldn’t have done that to me! But now answer me, are you my best friend or not? I have to know.

VIRGINIA

Well… if you insist… But why you wanna know whether I’m your best friend or not?

CAMILLA

For Christ sake, Virginia! Why all these questions? Can’t you just answer me with a simple yes or no?

VIRGINIA

I’m trying to figure that question out through a larger scope in order to obtain a lucid and satisfactory answer on such a complex issue regarding our friendship!

CAMILLA

What the hell!

VIRGINIA

I don’t want you to be mad at me, Camilla!

CAMILLA

Virginia, I have something in here, that I’ve kept deep inside of me and I need to share it with someone. And who would be a better person if not my best friend? That’s why! Virginia, I need to know! Are my best friend or not?

VIRGINIA

Well, Camilla, you should know that we couldn’t measure friendship with words! We should judge friendship through actions!

CAMILLA

So what?

VIRGINIA

So What? Well… Let me see… You want to know if I’m your friend/

CAMILLA

I want to know if you are my best friend! Carol, for instance, she’s my friend. But she isn’t my best friend ‘cause she is already Sandy’s best friend. And I don’t think someone could be the best friend of two different people at the same time.

VIRGINIA

All right. You want to know if I am your best friend. But, have I ever acted in any way that hurt your feelings, disappointed you or didn’t show you how much I love you?

How much I care for you?

CAMILLA

There was that time when you chopped my favorite doll’s hair…

VIRGINIA

Please, Camilla! We’re just kids!

CAMILLA

Well… You told Harold that I’ve already gone out with all the guys in the neighborhood when you knew that I was in love with him!

VIRGINIA

But that was true!

CAMILLA

No, it wasn’t! I hadn’t been out with all the guys in the neighborhood! I hadn’t been out with Harold yet!

VIRGINIA

Well… anyway, I think none of those things prove that I’m not your best friend!

CAMILLA

At chemistry’s 101 final test you gave me only the wrong answers! I failed and I couldn’t go to summer camp to meet Clayton!

VIRGINIA

I didn’t do that on purpose! I must have copied them wrong myself!

CAMILLA

Are you sure? Then, why you started dating Clayton that very same summer?

VIRGINIA

Well… You can’t blame me for Clayton falling in love with me!

CAMILLA

He didn’t fall in love with you! He was just using you!

VIRGINIA

And how can you be so sure about that?

CAMILLA

‘Cause of the letters he sent me every day!

VIRGINIA

But you never told me anything about it!

CAMILLA

You never asked!

VIRGINIA

Camilla, I never thought you could hide something like that from me! I always thought you were my best friend!

CAMILLA

But, ‘till a few minutes ago you couldn’t tell whether you were my best friend, or not!

VIRGINIA

So not true! I think I’ve already proved my friendship to you!

CAMILLA

Like what?

VIRGINIA

Like what? Well… I can’t remember any right now. But, I sure am your best friend! And I feel really sad to know you doubt it!

(VIRGINIA starts crying and she let go of the steering wheel. CAMILLA grabs the steering wheel, desperately and tries to control Virginia’s car)

CAMILLA

Oh, please, Virginia! Don’t! I didn’t mean it! I didn’t want to hurt your feelings! I don’t have any doubts about your friendship. I know you are my best friend!

(Calmer, VIRGINIA grabs the steering wheel again, tranquilizing CAMILLA.)

VIRGINIA

Oh, that’s nice, Camilla! You know I like you so much that I’d never do anything to hurt you either!

CAMILLA

I know. But why did you tell all the boys that I had syphilis?

VIRGINIA

(crying again, letting go of the steering wheel)

Oh, Camilla, please! How rude!

(CAMILLA grabs the steering wheel, desperately.)

CAMILLA

Forgive me, Virginia! Now, that I know you are indeed my best friend, I think I can tell you my secret!

VIRGINIA

(Curious, stops crying and grabs the steering wheel)

A secret?

CAMILLA

Yes! You know, Virginia… I’m going to run away from home! My parents don’t know yet but I’m going to Broadway. I’m gonna be an actress and, some day, when I dwell in the Olympus, I know they will produce a play telling pieces and parts of my life and my greatest successes: Camilla Backer, Life and Work!

(CAMILLA notices the way VIRGINIA looks at her, in disbelief)

CAMILLA

Well… Maybe I’m overacting…

VIRGINIA

Yes. Just a little, perhaps…

CAMILLA

Do you think I’m talented?

VIRGINIA

Talented? Well…

CAMILLA

Yes or no?

VIRGINIA

Camilla, you know I’m your best friend and I’ll always be there for you. And you can count on me whenever you need, except on Tuesdays ‘cause I’m at the gym.

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A RIGIDEZ QUE PROVOCA O RISO

Voltemos ao assunto principal do post anterior: o mecânico inserido na vida (e voltaremos sempre nele, pois, lembre-se, é dele que vem a comédia). O mecânico inserido na vida (agir, falar, ou se comportar mecanicamente) implica em uma certa rigidez.

Por extensão, tudo o que nos servir como uma espécie de armadura, nos aprisionando e limitando-nos de algum modo, será engraçado.

Daí, temos, por exemplo, o corpo aprisionando a alma, ou, os gestos cristalizando as idéias. Napoleão teria dito que qualquer discurso fica engraçado a partir do momento em que a pessoa que fala pede para sentar-se. É como se ela lembrasse da existência do corpo, quando o que está em questão são as idéias fluídas, livres, vivas.

As roupas, no fundo, são uma espécie de “armadura” que aprisiona o corpo, assim como as cerimônias sociais e toda a sorte de convenções inserem certa rigidez em nossa vida cotidiana.

Da mesma maneira, o sentido literal de uma palavra é como uma couraça que aprisiona as idéias que são geradas e estão relacionadas àquela palavra.

Assim sendo, as coisas mundanas, terrenas, o próprio planeta, pode ser considerado uma masmorra onde nos encontramos desterrados, quando nos referimos a metafísica, ao esoterismo, a religião e a tudo o que é sagrado.

Ainda, por extensão, se colocarmos as leis da sociedade acima do bom senso; ou, pior, acima das próprias leis na natureza (como uma armadura que quer moldar o que é incontrolável); se tratarmos os fenômenos naturais como sendo simples mecanismos, teremos também um poderoso efeito cômico.

E tudo isso provém, simplesmente da mesma fonte: o mecânico inserido na vida e a rigidez que ele provoca. Portanto, quaisquer outras associações que formos capazes de fazer onde temos algo sendo aprisionado por alguma outra coisa e que nos pareça um exagero, repetiremos o mesmo efeito cômico.  Já somos capazes, então, de traçar algumas fórmulas para se fazer rir:

# Falar do corpo, quando é a alma que está em jogo.

Exemplo: “O que acontece depois da morte? Existe um além? Se existe, como as pessoas se vestem por lá?”

# Falar do físico, quando é o moral que está em jogo.

Exemplo:

“Aquela mulher era de uma moral ilibada, mesmo com seios tão fartos.”

“- Ela ganhou o Nobel de Ciências!” “- Também, com aquelas coxas!”

# Tomar no sentido literal, algo que estava sendo colocado no sentido figurado. Exemplo:

“- Meu amigo, a Bolsa é um jogo perigoso. Ganha-se num dia e perde-se no dia seguinte.”

“- Então jogo dia sim, dia não.”

# Falar da roupa, quando é o corpo que está em discussão.

Exemplo: 

“Oswaldo estava tão alinhado no enterro. Parecia bem melhor morto”.

# Falar do terreno, quando é o sagrado que está em jogo.

Exemplo:

“Estava pensando em Jesus, se ele era carpinteiro, quanto cobraria pra fazer uma estante?”

# O mecanismo inserido na vida.

Exemplo: 

“Por favor, repita o eclipse para que eu possa vê-lo”.

# Uma regulamentação automática da sociedade.

Exemplo: 

“Depois de cometer o crime, ele fugiu sobre os trilhos infringindo uma lei da companhia”.

# Uma regulamentação humana a substituir as leis da natureza.

Exemplo:

“Se a lei da gravidade nos prende ao chão, que esta lei seja abolida e criemos uma outra”.

OS VÁRIOS ÂNGULOS DE UM MESMO ASSUNTO

Todo assunto tem, pelo menos, dois lados. É disso que parte a comédia. Se, para cada assunto que tratamos, descobrimos dois lados diferents, ou melhor ainda, antagônicos, teremos já uma fonte rica de piadas. Teremos as nossas duas idéias que andam juntas, até certo ponto.

  • Sagrado x Profano.
  • Solene x Familiar.
  • Clássico x Popular.
  • Realidade x Fantasia.
  • Ideal x Real.
  • Sonhar x “Estar acordado”.
  • Ciência x Bruxaria.
  • Verdade x Lenda.
  • Física x Metafísica.

Estes são apenas alguns exemplos de dois lados de uma mesma moeda. Desta maneira, se, ao exprimirmos um tema, formos capazes de contrapor dois lados, poderemos provocar o riso.

A MUDANÇA DE TONS

Podemos ir ainda mais longe. Para cada ponto de vista, para cada ângulo exposto, existe também uma atitude que está relacionada a ele: falar do sagrado nos exige uma atitude de respeito, de veneração. Falar do profano, uma atitude exatamente oposta. Portanto, a atitude que usamos em relação a determinado tema poderá ser, ela própria, a maneira de introduzirmos a “segunda idéia” ao nosso discurso (que é essencial para se “armar” a piada e provocar o riso). Sendo assim, se falarmos de algo familiar, ou seja, alguma coisa corriqueira, como se ela fosse algo solene, provocaremos o riso. Da mesma maneira, o riso será obtido se você:

  • Falar sobre algo profano como se fosse sagrado.
  • Falar sobre o real, como se fosse o ideal.
  • Falar sobre uma lenda como se você verdade.
  • Falar sobre algo científico como se fosse bruxaria.
  • E vive versa e assim por diante.

Bergson nos diz algo muito interessante:

Regra: obtém-se um efeito cômico transpondo a expressão natural duma idéia num outro tom. Podemos distinguir dois tons extremos: o familiar e o solene. Transpomos o solene em termos familiares e temos a paródia. Falar das coisas pequenas como se elas fossem grandes é, duma maneira geral, exagerar. O exagero é cômico quando é prolongado e, sobretudo, quando é sistemático. É então, com efeito, que ele surge como um processo de transposição. Exprimir, em termos de honestidade uma idéia desonesta; pegar uma situação escabrosa, numa ocupação inferior ou numa conduta vil e descrevê-las em termos de respeitabilidade, é geralmente cômico”.

E ele prossegue:

“A transposição pode dar-se do muito grande para o muito pequeno; do melhor para o pior; de cima para baixo; de um sentido para o outro e vice versa. A transposição também pode ser bem sutil, como a do real para o ideal, do que é ao que devia ser.

IRONIA: Falar-se naquilo que deve ser, fingindo que se acredita que é precisamente o que é.

HUMOR: Descrever-se minuciosamente e meticulosamente o que é, fingindo acreditar que é isso que as coisas deviam ser. O humor é o inverso da ironia”.

EXERCÍCIO 2

Todo tema, toda idéia tem, pelo menos, dois lados, ou dois diferentes pontos de vista. É disto que parte a comédia. Então, pegue a lista com os temas que você selecionou o sobre os quais escreveu no exercício 1. Em seguida, para cada tema, faça uma lista relacionando-o com dois ângulos diferentes. Por exemplo, digamos que um de seus temas seja “dinheiro”. Sua lista de “Terreno x Sagrado” poderia ser:

Terreno Sagrado
Dívidas

Jogo

Empréstimo

Contas

Dízimo

Ofertas

Caridade

Esmola

Agora faça suas próprias listas. Para te ajudar a começar, use os exemplos que eu citei e expresse suas idéias em termos de:

  • Sagrado x Profano.
  • Solene x Familiar.
  • Clássico x Popular.
  • Realidade x Fantasia.
  • Ideal x Real.
  • Sonhar x “Estar acordado”.
  • Ciência x Bruxaria.
  • Verdade x Lenda.
  • Física x Metafísica.

Lembre-se que a lista não se esgota aqui. Depois de usá-la, tente outros diferentes pontos de vista que você pode relacionar com o tema que estiver abordando.

Até o próximo post!

 

 

O TRABALHO DO COMEDIANTE

Já dissemos que toda piada carrega em si duas idéias que caminham juntas até certo ponto, quando elas obrigatoriamente, devem se separar e seguir cada uma seu caminho distinto.

O trabalho do escritor de comédia é:

  • escolher quais são essas duas idéias;
  • determinar o ponto em que as idéias devem se descolar uma da outra, quando ele revelará a idéia que estava oculta.

Se o público perceber antes que a mudança irá acontecer, a piada não terá efeito. É exatamente o que acontece quando escutamos uma piada óbvia. Se pudemos prever o final, a piada perde a sua graça.

Se, ao invés disso, a relação entre as duas idéias não fica claramente estabelecida, é muito distante, ela também não terá efeito pois o público será incapaz de perceber que escorregou na casca de banana. Então, por que cair no chão? Se não existe o tombo, não existe a piada.

O escritor de comédia precisa, portanto, tomar cuidado para:

  • não ser óbvio demais
  • não ser obscuro demais

Eis a dificuldade imposta pela comédia: a medida exata que separa a piada da obviedade e da falta de clareza. Ela tem de estar exatamente entre as duas coisas. Tem que ser clara, mais não pode ser previsível. Tem que esconder algo, mas não o tempo todo.

Por este motivo também o nonsense nem sempre é engraçado. Se o público nem percebe uma relação, por mais tênue que seja, no que está sendo dito, não haverá motivo para achar graça.

EXERCÍCIO 1

Nosso primeiro exercício será o de escolher idéias ou temas sobre os quais queremos falar. Como sugestão você pode pensar em:

  • Sua própria vida
  • Sua família
  • Fatos do jornal
  • Observações do cotidiano
  • Temas filosóficos: o pecado, o perdão, etc.
  • Temas diversos: sexo, drogas, cachorros, dentistas, padres, dinheiro, dívidas, etc.

Escolha sobre o que quer falar. Depois de escolher o seu tema, faça uma lista sobre todas as idéias e palavras que vêm a sua mente quando você fala daquele assunto (mesmo aquelas idéias que não pareçam óbvias para as outras pessoas).

Exemplo tirado do livro ESCREVENDO COMÉDIA – PASSO A PASSO de Gene Perret.

TEMA: Cães

Associação livre:

  • narizes molhados, xixi no tapete, mastigar e destruir coisas com os dentes que estão nascendo. Brincar de pegue, sente e guarde. Ele traz seus chinelos, o cachimbo e  o jornal da manhã. Ele adora perseguir gatos e carros. As visitas ao veterinário e a compra de ração para cães. As orelhas humanas e as orelhas de um cão.

TEMA: Mulheres

Essa foi uma lista que eu fiz pra me ajudar a escrever os esquetes e textos cômicos do livro LOUCAS DE PEDRA.

Associação livre:

  • Mulheres: sexo frágil, os homens dizem que são péssimas no volante, trabalhos domésticos, discriminadas no mercado de trabalho, cosméticos, maquiagem, conversas no toalete, falam demais, românticas, menstruação, sensíveis, horóscopo, esoterismo, vítimas preferidas dos assaltantes, fofocas, chá de cozinha, bichinhos de pelúcia, bonecas, vestidos, sapatos de salto alto, namorados, casos antigos, maridos, divórcios, brigas com o cônjuge, maternidade, filhos, anticoncepcionais, virgindade, baratas, medo de baratas, adoram cachorrinhos, lacinhos de fita, adoram que datas sejam lembradas,  fazem perguntas para os homens esperando por uma resposta negativa, abrir tampas,  habilidade ou falta de habilidade na preparação de um jantar, ginástica olímpica, balé, preocupação com a balança, dieta, regime, adoçante, alimentos diets, medo da balança, celulite, estrias, peitos caídos, silicone, operação plástica, out doors com mulheres semi nuas, biquínis, lingerie, depilação, cêra quente.

Quanto maior a sua lista, melhor.

Depois faça uma lista organizada por pessoas, lugares, coisas, eventos e frases:

 

PESSOAS LUGARES COISAS EVENTOS FRASES
Anitta

 

Sabrina

Tati Quebra Barraco

Valeska Popozuda

Martha Suplicy

Mamãe

Cleo Pires

Fátima Bernardes

Mulher Samambaia

Renata Vasconcelos

Carolina Ferraz

Gisele Büntchen

Sogra

 

 

 

Salão de Beleza

Academia

Ioga

Casa

Trabalho

Trânsito (Carro)

Supermercado

Shopping Center

Teatro

Grupo de grávidas

Terapia

Supermercado de cachorros

Cozinha

Banheiro

Casa da sogra

 

Batom

Maquiagem

Cosméticos

Cabelos

Pele

Bichinhos de pelúcia

Escova

Chapinha

Celular

Chave do carro

Bolsa

Secador de cabelo

Sapatos

Roupas

Velas

Cachorros

Livros

Baratas

 

Casamentos

Festas

Chás de cozinha

Chá de bebê

Jantar Romântico

Compras

Aniversário de 15 anos

Aniversários

Meditação

Preparação de comida

 

 

“Mulher é o sexo frágil”

“Mulher no volante, perigo constante”

“Toda mulher, um dia, quer ser mãe”

“Mulheres gostam de falar mal dos outros”

“Mulheres são desunidas”

“Mulheres falam demais”

“Mulheres gastam muito dinheiro com roupas”

“Mulheres não gostam de repetir uma roupa”

“Mulheres adoram ir às compras”

‘Mulheres tem medo de barata”.

“Pilotar fogão”

“Esquentar a barriga no fogão e esfriar no tanque de lavar”.

“Mulheres sempre demoram para se vestir”

Depois, faça a mesma lista do inverso:

Pessoas Lugares Coisas Eventos Frases
homens tímidos

homens extrovertidos

Reinaldo Gianechinni

Édson Celular

Brad Pit

Costinha

Chico Anísio

Jô Soares

Academia de Boxe

Vestiário masculino

Campo de futebol

Sex Shop

Clube do Charuto

Jockey Clube

Puteiro

Café Photo

 

Cacetete

Luva de boxe

Camisa social

Terno e gravata

Farda

Uniforme de bombeiro

Sapatos de cromo alemão

Kichute

Chapéu

Sunga

Samba calção

Cueca

Rolex

Soco inglês

Barbeador

Loção Pós Barba

Perfume masculino

Partida de Futebol

Luta de Boxe

Jogo de Poker

Briga de galo

Show de strip feminino

Putaria

Despedida de Solteiro

Reunião de negócios

Boteco

“Homens são fortes”

“Homens não choram”

“Homens não têm medo de nada”

“Homens sustentam as suas famílias”

“Homens só pensam em sexo”

“Homens só pensam em peito e bunda”

“Homens não sabem escutar”

“Homens são insensíveis”

“Homens não beijam homens”

“Homens não sabem quando as mulheres estão fingindo”

“Homens não brocham”

“Mulher minha não trabalha fora”

 

Em seguida, com ajuda de um gravador, comece a dissertar sobre aquele assunto. Fale tudo o que vier a sua cabeça. Não se critique e não tente ser engraçado. Apenas ponha para fora. Se preferir, ou se não tiver um gravador à mão, escreva. Escreva o máximo que puder. Se no meio você mudar de assunto, não tem problema. Deixe que as idéias fluam.

Até o próximo post!